Deprecated: iconv_set_encoding(): Use of iconv.internal_encoding is deprecated in /home/radionha/public_html/libraries/joomla/string/string.php on line 28

Deprecated: iconv_set_encoding(): Use of iconv.input_encoding is deprecated in /home/radionha/public_html/libraries/joomla/string/string.php on line 29

Deprecated: iconv_set_encoding(): Use of iconv.output_encoding is deprecated in /home/radionha/public_html/libraries/joomla/string/string.php on line 30
Home

Noticias de 22 de Abril

Estados Unidos

Hillary Clinton venceu na terça-feira as primárias democratas no estado de Nova Iorque, aproximando-se da nomeação como candidata do seu partido nas eleições presidenciais norte-americanas. Clinton conseguiu 60,5% dos votos contra os 39,5% de Sanders, segundo estimativas da CNN.

April2News

Estados Unidos

 

A posição do Partido Republicano sobre o aborto é simples: deve ser ilegal. Mas os defensores da reversão da lei Roe vs. Wade, que em 1973 tornou a interrupção voluntária da gravidez legal nos EUA, tendem a evitar propor castigar criminalmente as mulheres que a praticam, preferindo centrar-se nos médicos que o fazem. Uma posição que explica as críticas do próprio partido a Donald Trump depois de o magnata - e favorito à nomeação republicana para as presidenciais de 8 de novembro - ter defendido na MSNBC que quem pratique abortos ilegais deve sofrer "alguma forma de castigo". E nem quando Trump ontem recuou garantindo que "a mulher é a vítima neste caso tal como a vida no seu útero" as críticas se calaram. Atacado tanto pela favorita democrata Hillary Clinton como pelo principal rival republicano Ted Cruz, o milionário do imobiliário veio dizer que "o médico ou qualquer outra pessoa que pratique [um aborto ilegal] deve ser responsabilizado, não a mulher". Com o Supremo Tribunal a ser o único a poder ilegalizar o aborto nos EUA, as palavras de Trump vieram lançar uma onda de mal-estar entre políticos conservadores. Antigo democrata, o agora favorito à nomeação republicana tem sido criticado por no passado ter defendido o direito ao aborto. Uma posição que parece ter revisto de forma radical. "A minha posição não mudou - como Ronald Reagan, sou pró-vida, com exceções", afirmou Trump depois de as suas declarações iniciais terem sido consideradas "extremas" até pelos grupos antiaborto. "Os comentários do senhor Trump vão demasiado longe para o movimento pró-vida e para as mulheres que tiveram de tomar uma decisão tão triste como a de abortar", afirmou à BBC Jeanne Mancini, presidente do March for Life Education and Defense Fund. Para Ted Cruz, as declarações de Trump só provam que ele não refletiu sobre o assunto. "Muitas vezes negligencia-se o facto de que ser pró-vida não se refere apenas ao feto, mas também à mãe", sublinhou o senador do Texas. Já John Kasich, o governador do Ohio e terceiro e último na corrida à nomeação republicana, exclamou: "Claro que as mulheres não devem ser castigadas."

Noticias de 8 de Abril

Estados Unidos

O aspirante a candidato do Partido Democrata nas eleições presidenciais dos EUA Bernie Sanders pediu ao Governo de Barack Obama para acabar com as deportações e separações de crianças e famílias de imigrantes clandestinos. "Os Estados Unidos foram sempre um símbolo de liberdade para aqueles que fogem da violência e perseguição. Os ataques que separam as nossas famílias não representam a nossa essência", disse Sanders em comunicado. O senador do Vermont disse que a deportação "pode chegar a ser uma sentença de morte para menores de idade, pais de família e requerentes de asilo que são detidos". "Pedir que crianças de três anos de idade se representem a si mesmos legalmente em audiências de imigração é uma perda vergonhosa de justiça e não devemos permitir que continue. As famílias merecem um tratamento justo e a nossa compaixão, e não um processo concebido para expô-los ao perigo", afirmou.

Noticias de 25 de Fevereiro

 

Estados Unidos

 

 

 

 

 

 

 

O presidente norte-americano Barack Obama passou d ultima segunda-feira do turismo para os assuntos de Estado na sua histórica viagem a Cuba, ao encontrar-se com o presidente Raúl Castro. Como se esperava, Obama pressione Castro para que realize reformas económicas e democráticas, e que ouça as queixas acerca das sanções económicas norte-americanas que continuam a visar Cuba. Foi o quarto encontro entre Obama e Castro, e o mais substancial de todos. A reunião teve lugar no Palácio da Revolução, onde Castro e o seu predecessor, o seu irmão mais velho Fidel Castro, têm liderado a resistência cubana à pressão norte-americana nas últimas décadas.